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Agenda Municipal / Teatro XVII Festival de Teatro Amador Terras de Camilo

XVII Festival de Teatro Amador Terras de Camilo
Até 27 Abr
Seide S. Miguel | Centro de Estudos Camilianos


Entrada livre até à lotação da sala

Sábado, 02 de Março
"A Furgoneta"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Teatro de Balugas - Barcelos | Encenação: Cândido Sobreiro | Género: Tragicomédia | Classificação: M/6 | Duração: 60 min.

“A Furgoneta” conta-nos a história de Romão e do irmão que decidem reformar o negócio do pai, homem com milhares de quilómetros feitos pelas aldeias do Minho. Mas agora o negócio é outro:  a furgoneta que vendia tudo e mais alguma coisa, até a compra de uma simples faca, que dava para estonar batatas e cortar o pescoço ao frango, já não é feita da mesma maneira! Confrontados com um modo de vida que está a chegar ao fim entre os últimos fregueses e os velhos vendedores ambulantes, os dois irmãos vêem-se divididos entre o progresso tecnológico e os que ainda resistem nas aldeias, à espera da buzina estridente e dois dedos de conversa.

Ficha Artística
Texto original e direção artística:  Cândido Sobreiro
Interpretação: Alexandra Fernandes, André Sobreiro, António Esteves, Cândido Sobreiro, Diana Gonçalves, Estela Silva, Gilda Silva, Laurentina Dias, Juliana Pereira e Miguel Sobreiro
Produção: Diana Gonçalves
Sonoplastia e iluminação cénica: Matilde Esteves e Tiago Martins
Cenografia: Cândido Sobreiro e Nuno Sobreiro
Guarda-roupa: Diana Gonçalves
Caraterização: Alexandra Fernandes
Cartaz e multimédia: André Sobreiro

Equipa técnica
Produção: Diana Gonçalves
Desenho de luz: Sérgio Lajas
Sonoplastia, iluminação cénica: Davide Faria, Matilde Esteves, Sérgio Gonçalves e Tiago Martins
Cenografia: Aurélio Magalhães, Cristina Faria e Nuno Sobreiro
Guarda-roupa: Diana Gonçalves
Cartaz e multimédia: André Sobreiro

Sábado, 09 de Março
"O Casamento"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Escola Dramática e Musical de Milheirós - Maia | Autor: Nikolai Gogol | Encenação: Sandra Ribeiro | Género: Comédia | Classificação: M/12 | Duração: 50 min.

Duas tias querem que o seu sobrinho se case a qualquer preço. O homem já tem alguma idade e é um indolente e um verdadeiro poltrão. Furiosas ao saber que ele tinha contratado uma casamenteira para o ajudar, correm com a mulher e, a muito custo, convencem o sobrinho a conhecer a jovem Agafia, no mesmo dia em que se encontram em casa da moça, vários pretendentes que a hábil casamenteira tinha arranjado.

Elenco: André Conceição, Diogo Ferreira, Gisela Araújo, Joana Enes, Joaquim Barbosa, Jorge Pereira, Mariana Barbosa, Mariana Rodrigues e Rute Rocha..

Sábado, 16 de março
"A Beata da Sogra"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Grupo de Teatro Aldeia Verde de Lazarim – Viseu | Autora: Ana Dias | Encenação: Lurdes Silva | Género: Comédia | Classificação: M/6 | Duração: 60 min.

Num jantar que tinha tudo para correr mal, Gigi deixa-se levar pelo atrevido marido António, e deixa queimar o jantar que estava a preparar para a sua mãezinha, Lili. A única solução é encomendar o jantar. Esta solução vai levar ã algumas revelações inesperadas. Venha conhecer a história de uma família, com um neto um pouco fora dos padrões habituais, e com uma avó devota, cujo passado é um pouco duvidoso.

Ficha Artística
Personagens / Interpretes: Gigi – Soraia Silva; António – Paulo Carvalho; Diogo/Betinha – Amândio Almeida; Lili – Sónia Neves e Amilcar – Pedro Sequeira

Ficha Técnica
Cenário: Grupo de Teatro Aldeia Verde de Lazarim
Operação Som: Rafaela Neves
Desenho Luzes: Carlos Neves / Joaquim Duarte
Figurinos e adereços: Marisa Rodrigues
Produção: Grupo de Teatro Aldeia Verde de Lazarim

Sábado, 23 de Março
"Sozinha"
Auditório | 21h30
Grupo/Projeto de teatro: Elsa Pinho | Encenação: João Guisande | Género: Melodrama | Classificação: M/6 | Duração: 50 min.

Este espetáculo é uma ode a todas as mulheres.
Sozinha foi criado por Elsa Pinho em parceria com o ator/diretor brasileiro João Guisande, numa pesquisa de campo que envolveu muitas mulheres do Norte, da terra da atriz criadora.
A dramaturgia foi partilhada com histórias reais inventadas, entre muitas inspirações e diários da atriz.
Sozinha aborda a consciência feminina, os direitos e necessidades da mulher, as memórias de um povo.
A solidão está presente nas diferentes personagens que compõem a obra, desde a infância até à terceira idade, onde o abandono é mais constante e sentido.
Somos frutos das nossas experiências e das lembranças que guardamos do que fomos e neste espetáculo deparamo-nos com diferentes etapas da vida e questionamos o tempo que o tempo nos dá.
Quais as prioridades nos dias de hoje?
As repercussões das escolhas passadas no presente estão vivas neste diário de memórias.
Sozinha traz várias reflexões à cerca da liberdade, da solidão, dos frutos que colhemos enquanto mulheres, fala de submissão e sonhos. Do amor que temos, que recebemos e que guardamos. O amor nas suas variantes. Fala da vontade de mudar o futuro e traz lágrimas e risos de um passado.

Quarta, 27 de Março - Dia Mundial do Teatro
"O Rei que comia histórias"
Auditório | 15h00
Grupo/Companhia: Pandora Teatro | Público alvo: Pré-escolar e ensino básico | Baseado no texto de Marilda Castanho | Encenação: Ni Fernandes

Dois contadores de histórias desembarcam de um comboio num sítio muito especial, e contam com a participação das crianças presentes para contarem a história de um Rei que comia todos os livros do seu reino, causando grande indignação e revolta dos próprios livros e do Vocabulário, personagem muito inteligente e culta que, preocupada com o facto dos livros acabarem, e com eles todo o conhecimento, resolve vigiar o Rei para saber o motivo de tamanha insensatez.
Divertido e bem-humorado, o espetáculo é interpretado por dois atores que utilizam bonecos, cenário, figurinos, adereços e música.
O espetáculo tem como objetivo realçar o valor do conhecimento adquirido através da leitura, mostrar a importância do hábito de ler, além do cuidado e respeito que devemos ter com os livros. Este é um espetáculo onde atores, marionetas e o público interagem e se fundem para resolver um problema que é atual e premente: Como incentivar uma criança a ler? Principalmente com rivais tão poderosos como a televisão e o computador.

Oficina de Teatro "Abril e a Liberdade - Da Escrita Criativa à Encenação de um Conto" de Prof.ª Ana Azevedo
Auditório | 21h00
Inscrição limitada, gratuita e obrigatória em animacaocultural@famalicao.pt

Sexta-feira, 05 de Abril 
Inauguração da exposição “O Palco das Marioentas”
Local: Casa-Museu de Camilo Castelo Branco | Casa do Caseiro - 18h00
Parceiro: Teatro e Marionetas de Mandrágora | Patente ao público até ao dia 28 de Abril

Ao longo destes anos, a Companhia foi realizando um conjunto de atividades desde espetáculos, ateliês ou colaborações que permitiram reunir um vasto espólio. Fomos percebendo que a mostra deste espólio era necessária, tanto para a Companhia, na sua promoção e divulgação, bem como para o público que sempre aderiu de um modo espantoso. Assim, num espólio que ultrapassa uma centena de peças, torna-se incontornável a sua promoção. É também gratificante perceber que muitas das nossas criações têm uma vida para além do espetáculo, mesmo dentro de uma vitrina.

Sábado, 06 de Abril
Oficina de Teatro "Abril e a Liberdade - Da Escrita Criativa à Encenação de um Conto" de Prof.ª Ana Azevedo
Auditório | 10h00
Inscrição limitada, gratuita e obrigatória em animacaocultural@famalicao.pt

Sábado, 13 de Abril
Oficina de Teatro "Abril e a Liberdade - Da Escrita Criativa à Encenação de um Conto" de Prof.ª Ana Azevedo
Auditório | 10h00
Inscrição limitada, gratuita e obrigatória em animacaocultural@famalicao.pt

"O Anexo"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Ajidanha, Associação de Juventude – Idanha-a-Nova | Adaptação: Diário de Anne Frank | Encenação: Nádia Santos |Género: Drama | Classificação: M/6 | Duração: 60 min.

Quase todos conhecem a história dramática de Anne Frank, a jovem adolescente, que com apenas 13 anos, se escondeu, juntamente com a sua família e outros quatro judeus, num anexo secreto para tentar escapar à sorte dos judeus, que haviam começado a ser deportados por parte dos alemães nazis para campos de concentração em 1942.
Mas poucos conhecem os detalhes dessa auto-reclusão. Anne escreveu quase sempre para uma amiga imaginária a quem chamou de Kitty, e com uma curiosidade pela vida e pelo comportamento humano, e com um sentido de humor muito peculiar para sua idade, descreveu o dia-a-dia dentro do anexo, detalhando as suas rotinas e as dos seus habitantes, e os “acontecimentos extraordinários” a que estavam sujeitos. A honestidade dos seus sentimentos, a sua reflexão sobre a justiça, ou a curiosidade sobre a descoberta dos afetos, faz com que este testemunho, de esperança e perseverança, seja para todas as idades e culturas. “O homem nasce com o intuito da destruição, do massacre, da fúria, e enquanto toda a humanidade não sofrer uma metamorfose total, haverão sempre guerras (…) Considero a nossa vida de mergulhadores (os judeus escondidos) uma aventura perigosa que é, ao mesmo tempo, romântica e interessante. Isto aqui é um bom princípio com muitas coisas cheias de interesse e, mesmo nos momentos mais perigosos, vejo o cómico da situação e não posso deixar de rir” (Anne Frank). O espetáculo O Anexo, inspirado no seu diário, nasce precisamente desta premissa.

Ficha técnica e artística
Dramaturgia e Encenação: Nádia Santos
Interpretação: Ana Grilo e Carla Sofia Miguel
Cenografia: Nádia Santos, Rui Pinheiro e Rui Varão
Som: Nádia Santos
Desenho de luz: Nádia Santos e Paulo Vaz
Cartaz: Carlos Mohedano e Nádia Santos
Figurinos: Ana Grilo, Carla Sofia Miguel e Nádia Santos
Costureira: Fátima Antunes
Produção Executiva: Rui Pinheiro
Produção: Ajidanha

Sexta, 19 de Abril
"Até que a boda nos separe"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Grupo Dramático e Recreativo da Retorta - Valongo | Encenação: Laura Avelar Ferreira |Género: Comédia | Classificação: M/6 | Duração: 60 min.

Imaginem um casamento em que as famílias do noivo e da noiva se conhecem quando se juntam à mesa para almoçar. Será pacífico, agregador, emocional, alegre? Que surpresas estão reservadas para a boda? Esta história fala-nos do nosso tempo: vertiginoso e fugaz. Atira-nos para a desumanidade, lembra-nos da falta de empatia e tolerância a que nos habituamos, obriga-nos a ver de frente a facilidade com que julgamos e acusamos o próximo. Mas também nos fala do amor, enquanto arma que combate quase tudo.

Elenco artístico e técnico
Interpretação: Ana Cruz, Ana Sousa, Betina Rocha, Diana Pereira, Emílio Cruz, Hélio Rebelo, Joaquim Costa, Juliana Leite, Maria Fontes, Maria João Pereira e Vítor Hugo Oliveira
Assistente de encenação: Elisabeth Trindade
Caracterização: Paula Galante
Figurino: Ana Sousa, Paula Galante
Adereços: O Grupo
Cenografia: Agostinho Oliveira, Hélio Rebelo, João Paulo Pereira, Octávio Pereira
Desenho de Som: Flávio Oliveira
Voz off: Sofia Príncipe
Desenho de luz: João Pereira

Sábado, 20 de Abril
Oficina de Teatro "Abril e a Liberdade - Da Escrita Criativa à Encenação de um Conto" de Prof.ª Ana Azevedo
Auditório | 10h00
Inscrição limitada, gratuita e obrigatória em animacaocultural@famalicao.pt

"Bons Olhos O Vejam"
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Núcleo de Teatro da Associação Cultural de Vermoim | De Luísa Ribeiro | Encenação: Catarina Gomes |Género: Comédia | Classificação: M/6 | Duração: 60 min.

Estamos nos anos 90 numa pacata aldeia do interior de Portugal. Aproxima-se o dia da freguesia no qual é feita uma grande festa que junta milhares de pessoas vindas de todas as terras vizinhas. Com o aproximar do dia, começam as reuniões para tratar de todos os pormenores da festa. É numa dessas reuniões que surge a menina Graça de Jesus, uma jornalista que está a fazer uma reportagem sobre a emigração nos anos 50. Ao longo desta investigação conhece Zéquinha Bons Olhos, um emigrante que pretende regressar à terra que deixou devido ao desaparecimento de umas pedras preciosas. Mas será que o Zéquinha será bem-recebido pelos seus conterrâneos?

Ficha técnica
Elenco: João D'Olhão: Rui Gomes; Lilinha Albuquerque D'Olhão: Inês Rodrigues; Marianazina Albuquerque D'Olhão: Beatriz Lima; Tia Miquinhas: Beatriz Magalhães; Madame de Suza: Luísa Ribeiro; Graça de Jesus: Maria Ribeiro; Joca: Eduardo Lima; Simplório: Rui Pimenta; Ivone: Daniela Azevedo; Manecas: Abel Passos; Stephanie: Sofia Dinis; Bertinho: Filipe Mirra; Vanessa: Inês Araújo
Luz: Tiago Silva
Som: Ana Mirra
Cenários: Rui Pimenta, Tiago Silva
Figurinos: NUTEACV 
Audiovisual: Ana Mirra, Catarina Gomes

Quinta-feira, 25 de Abril
Apresentação Performativa da oficina
Seide S. Miguel | 15h00
Monitora: Ana Azevedo e Participantes na oficina de teatro “Abril e a Liberdade – Da escrita à encenação de um conto”

Sábado, 27 de Abril
O Lobisomem
Auditório | 21h30
Grupo/Companhia: Grutaca, Grupo de Teatro Amador Camiliano (Seide S. Miguel) | De Camilo Castelo Branco | Encenação: Reinaldo Ferreira | Género: Comédia | Classificação: M/6 | Duração: 75 min.

Uma aldeia localizada nas serras entre Douro e Minho vive assombrada com as aparições de um lobisomem que ronda as imediações da povoação. Entre o medo e o mistério, resta ao povo tentar descobrir em qual os vizinhos recaiu tamanha maldição.
Mais uma vez, Camilo Castelo Branco, explora na sua obra, as tradições populares, os usos e costumes desta região que tão bem conhece. Assim, num cenário, aparentemente normal, de trabalho agrícola – “a espadada” – com os cantares e as estúrdias, introduz o mistério – a figura emblemática e assustadora do lobisomem, fazendo sobressair a crendice e vocabulário do povo daquela época.

Ficha técnica
Luz e Sonoplastia: António Alves
Caracterização: Grutaca
Guarda roupa: Grutaca
Personagem/ Intérprete: Mariana das Eira/ Maria Barbosa; Miquelina do Prado/ Bárbara Araújo; Tomásia/ Cláudia Campos; Henriqueta e criada/ Beatriz Osório; João da Eira/ Serafim Costa; Custódio dos Anjos e 2º encamisado/ Fernando Lima; Manuel da Pitosga e 3º encamisado/ Vítor Ribeiro; Vigário e 4º encamisado/ António Sousa; António da Rita e Patrulha/ Francisco Cereja; Estúrdia/ Grupo convidado


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