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Agenda Municipal / Arte Circense Àmostra

Àmostra
25 a 29 Jun
Programa Casa das Artes


Casa das Artes | Grande Auditório - 21h30

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 euros | Coprodução: INAC / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão | Apresentação do primeiro trabalho profissional dos Alunos Finalistas do Instituto Nacional de Artes do Circo

Terça 25
KABALETO: Kriolu

kriolu kalabeto perdido nos seus próprios pensamento e ideias, tenta encontrar uma paz interior no caminho de regresso para casa. Tendo contacto novamente com as suas raízes, revivendo a sua cultura e sentido a energia do seu país na música e na dança. O seu objetivo é percorrer "es caminho longe pa Cabo Verde.”

NICOLÁS BUSTOS RIQUELME: Número 3

Homenagem. Ego. Espaço. Três partes de uma história. A procura constante da simplicidade. Sem complicações ou inspirações poéticas, mas visuais, que pouco a pouco se entrelaçam e criam o que vais ver a seguir. Uma sequência de imagens em movimento, que pretendem gerar emoções apesar da sua simplicidade.

JULIA REMLEIN: In the course of our lives

Ao longo da nossa vida, temos realidades, características e prioridades diferentes. Mas que decisões fazem de nós os adultos que somos atualmente? O que é que aconteceu à criança que fomos? Aborrecidos. Stressados. Apanhados na realidade cinzenta da vida adulta, é difícil ligarmo-nos à alegria infantil que julgávamos perdida, mas que ainda trazemos dentro de nós. Giramos em círculos para tentar escapar ao nosso tédio, mas como é que o conseguimos?

CELIA ILISCH: Mirror Me: Beyond the Surface

Num mundo feito de espelhos, é difícil esconder as próprias falhas. Quais são as expectativas que tens para ti mesmo? De onde vêm essas ideias? Vais partir com a pressão da sociedade ou será o espelho que se estilhaçará? “Mirror Me” é uma jornada de autodescoberta. Um comentário sobre os padrões de beleza da sociedade e as expectativas que a sociedade impõe às mulheres.

Quarta 26
VASILIKI ANASTOPOULOU: Rising

Por vezes somos vítimas das nossas próprias ideias. Até o pensamento sobre quem realmente somos não é verdadeiro. Às vezes estamos a tentar encaixar-nos em moldes, outras vezes a quebrá-los.

ANDREA LAINEZ: Renacimiento

Um espetáculo que se desenrola dentro de uma realidade alterada de forma peculiar causada pela privação de sono. Este fator altera as hormonas que regulam o estado de espírito devido à sobreatividade neuronal, levam o espectador a vivenciar experiências e sentimentos em loop. Mostrando uma realidade alterada onde as leis da física não funcionam como deveriam; misturando movimentos corporais com lançamentos de hoops pelo ar e rebatendo em todos os lugares, deformando o círculo estabelecido.

CHRISTOPHER LEDEZMA: Entre Nó/S

Uma pessoa como outra qualquer, mas diferente. Cheia de coisas na sua cabeça pesada; na procura por manipular e lidar com os pensamentos e dar-lhes um fim. Impõe-se uma loucura entre o racional e o absurdo que con/corda nesta viagem para tentar sair desse enredo que parece ser um tudo um nó.

Quinta 27
ALBA PUIGGRÒS: Casa di Tuky

O que há debaixo? Quando a sua casa está muito destruída, Tuky não se lembra mais do início da viagem. As contradições não lhe deixam encontrar a luz. Uma transição entre vidas, que se tentam reconectar. Não te enganes, isto é uma questão de NADA.

IVO ROCHA: “Jack of Clubs”

"O que sucede quando o malabares e a magia se encontram? Essa é a pergunta que motiva sua pesquisa. Através da busca de um vocabulário em comum entre as técnicas, o artista convida o público a entrar no seu mundo, onde investiga as possibilidades de manipulação e interação entre o malabares, magia e o seu corpo.”

LAURA JANSEN: The one about aliens

“The one about aliens” explora a psique de uma pessoa raptada por alienígenas. Desde a fixação inicial na vida extraterrestre até à experiência surreal dentro de uma nave espacial, este trabalho convida os espectadores a contemplar a isolada realidade da incredulidade e as intenções curiosas dos visitantes extraterrestres. À medida que a narrativa se desenrola, promove uma compreensão mais profunda da psique humana no meio dos mistérios do cosmos.

IVANA GIRAULT: Signalétique - l'odyssée d'un agent de sécurité

Inspirado no que nos rodeia no dia-a-dia. Sinais e fitas de sinalização que se cruzam na rua sem prestar muita atenção. Um agente tem a missão de criar uma zona de segurança a partir desses simples objetos do quotidiano. Mas porque essa obsessão com a segurança? Para quem é que ele está a preparar esse espaço?

Sexta 28
MELISSA HERRERA: Rito

Ela é a única pessoa que habita este lugar onde tudo é transparente. Cada objeto, som e movimento simboliza uma parte crucial de si mesma. Esta é a história de viver num corpo onde tudo pode ser visto. Não há lugar para se esconder nem desculpas para não se mostrar. Cada coisa que morre e nasce é visível. Serias mais livre se tudo por dentro pudesse ser visto?

GABRIEL MARCHINI: Cair=Levantar

Já parou para pensar quantas vezes caímos e levantaste? quantas vezes estive em pé, mas com a mente caída? E de que forma te levantaste? O meu cair é diferente do teu, mas temos que nos levantar para continuar as nossas jornadas de vida. E quando será a próxima vez de nos levantarmos.

SIMON ROSENTAL: SENSE!full

'SENSE!full' é uma celebração de habitar o corpo humano. Uma mistura única de malabarismo, teatro e movimento. Um mergulho nos seus sentidos, expondo a sua própria sensibilidade radical.

NICOLA FANTON: “Who are You?”

A inércia da rotina faz-te entrar num ciclo vicioso que te leva a não saíres da tua zona de conforto, deixando-te sozinho/a questionar: "Who are You?".

Sábado 29
FELIPE ALGO: Ensaios sobre inspiração Op. 30

As ideias afetam-nos como parasitas. E se elas nos abandonam, sentimo-nos vazios. A inspiração é um dom divino, um delírio humano. Uma utopia fugaz e efêmera.

GEORGE SWATTRIDGE: 5201314 or “I will love you for a lifetime”

5201314 são números que quando se fala em mandarim, têm um som próximo à pronúncia de - Eu vou-te amar para o resto da vida -. A obra é uma performance de circo contemporâneo com equilíbrio e manipulação de cadeiras, que decorre num mundo misterioso onde tudo está exposto. O performer é vulnerável, mas curioso. Enquanto que ele tenta perceber o quê ou quem controla este mundo, formam-se estruturas e padrões. Depois de alguma resistência, ele começa a encontrar seu lugar entre isso tudo. A música é uma combinação de canções do falecido produtor pop experimental ‘SOPHIE’ e trilhas sonoras da franquia de videojogo ‘Half Life’.

SARA ALÓS CASTELLANO: Cíclica

Abraçando uma viagem de escuta ao corpo e a sua natureza cíclica e animal, num sistema marcado pela pressa e a obrigação.


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