Agenda Municipal / Teatro XVI Festival de Teatro Amador Terras de Camilo

Até 29 Abr
S. Miguel de Seide | Auditório do Centro de Estudos Camilianos, Casa da Junta de Freguesia e Centro Social e Paroquial

Sábado, 25 de fevereiro
"Melhor só, que 3"
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Teatro Coelima - Sol no Miral Associação Cultural (Pevidem) | Género: Comédia | Duração: 60 min. | Público: M/12

É agora que acontece, na pós-pandemia onde vivemos uma nova realidade, com mudanças de hábitos que muito rapidamente foram implementados e não tão facilmente adquiridos. Depois de confinamentos, restrições, distanciamento, cancelamentos e adiamentos, as duas irmãs Caneiras resistem em coabitar a mesma casa. A viverem presentemente com as novas tecnologias, as relações pessoais tornam-se um desafio para uma família já de si com relacionamento muito duvidoso. E se estamos num novo mundo tecnológico, eis que, através do mesmo, chega o mais recente inquilino. Se com dois já é de si complexo, o que dizer com três!...

Ficha Artística
Interpretação: Maria Helena Faria | Diana Ribeiro | Tiago Pedroso
Direção Técnica: Zé Miguel Torres
Assistente Encenação e Imagem: Pedro Araújo
Assistente de Produção: Joana Maria
Montagem de Cena: Miguel Alves
Produção: SOL NO MIRAL
Criação e Direção Artística: Rui Pedroso Fernandes

Exposição de Máscaras e Caretos
 Local | Casa da Junta de Seide (Seide S. Miguel)
Participantes | EB1 e JI de Seide S. Miguel; Centro Social e Paroquial de Seide S. Miguel; EB1 de Landim; EB1 e JI de Avidos e Lagoa; Grupo Infantil e Juvenil Danças e Cantares de Joane e Grupo Infantil e Juvenil Santiago de Gavião… 
Período | Patente ao público até ao dia 26 de fevereiro.

Sábado, 04 de março
"Procura-se Morto ou... Morto" de Dias Gomes
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
NUTEACV, Núcleo de Teatro da A.C. Vermoim | Género: Comédia | Duração: 80 min | Público: M/6

"Odorico Ramirinho quer ser presidente e percebe que a construção de um cemitério na cidade o poderá ajudar a chegar ao tão desejado cargo, mas para isso precisa de um morto. Será que o apoio de Minerva e das irmãs Cajazeiras é suficiente para enfrentar Neco Pedreira?"
       
Ficha Artística:
Odorico | Rui Pimenta 
Minerva | Daniela Azevedo 
Neco Pedreira | Rui Gomes 
Bininha | Beatriz Lima 
Zeca Diabo | Luísa Ribeiro 
Dorotéa | Beatriz Magalhães 
Dulcinéa | Diana Fernandes 
Judicéa | Maria João Pinto 
Dirceu Borboleta | Abel Azevedo 
Ernesto | Filipe Mirra 
Mestre Ambrósio | Inês Araújo 
Moleza | Hélder Braga 
Dino | Luísa Ribeiro 
Fredo | Diana Fernandes

Ficha Técnica:
Luz: Luís Cunha, Tiago Silva 
Som: Catarina Gomes, Luís Cunha, Tiago Silva 
Cenários: Rui Pimenta, Tiago Silva 
Figurinos: Beatriz Magalhães, Filipa Carvalho 
Audiovisual: Ana Mirra, Catarina Gomes 
Apoio: Leonor Viegas, Lourenço Pimenta

Sábado, 11 de março
"A Salvação" de Elisa Pinho e João Paulo Brandão
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Grupo de Teatro Experimental de Arouca (TEA)  | Género: Comédia | Duração: 70 min | Público: M/6

Há muitos, muitos anos, a uma terra de pastores muito distante, chegam três missionários para levarem a “boa nova” e construir o seu templo. Os pastores não compreendem o espírito de missão e também querem tirar algum proveito da situação.
– E se tudo não passar de um sonho, e o que procuram há tanto tempo, afinal esteve sempre a seu lado.
– Quando acreditamos que algo existe e nos pode dar aquilo que queremos, nada é impossível.

Ficha Artística: Rouxinol, Paulo Pinho, Fernando Ferreira, João Paulo Brandão, Marco Pinho, José Luís Ribeiro, Elisa Pinho, Diana Azevedo, Cecília Silva e Margarida Lemos

Ficha Técnica
Luz e Som: Rui Sousa
Figurinos: Elisa Pinho e João Paulo Brandão
Cartaz: Luís Pinto e Isabel Vale
Cenário: Teatro Experimental de Arouca
Fotografia: Luís Pinto

Sábado, 18 de março
"Dois Tempos"
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Grupo de Teatro de Campelos (A/C) | Género: Comédia | Duração: 75 min. | Público: M/6

O que aconteceria se Raúl Solnado e Charles Chaplin se encontrassem? Contemporâneos, na vida e na arte, estas duas grandes referências da interpretação mudaram o mundo. Não um mundo físico, que ao artista ainda tal não é permitido. Antes, um mundo intemporal, que viaja com o ser humano e se transforma, transfigura, transparece, os seus ideais, mas também os seus infortúnios e erros, do passado, presente e (quiçá) futuro.
O que acontecerá neste espetáculo foi criado há muito tempo atrás. Mas a sua interpretação será atual e caberá ao público dar um sentido (ou vários!) a cada palavra, gesto, cada partilha e cada emoção sentida.
Porque realidades há muitas, convidamos-vos a experienciar, sempre com a dose certa de humor e ironia, as cenas que humildemente trazemos a palco, refletindo sobre o presente, através do trabalho de duas das figuras incontornáveis e, por isso, eternas, desta arte que é a interpretação.

Ficha Artística
Interpretação: Ana Sofia Cunha, Ana Isabel Cunha, Arlindo Cunha, Daniela
Freitas, Maria Andrade, Matias Teixeira, Paulo Teixeira, Simão Teixeira

Ficha Técnica
Produção: Centro Social Recreativo e Cultural de Campelos
Cenografia e Figurinos: Ana Sofia Cunha
Luz e Som: José Teixeira, João Teixeira
Música: João Teixeira, Édi Freitas

Sábado, 25 de março
A Farsa do Advogado Pathelin
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
ART, Associação Recreativa de Trandeiras | Género: Comédia | Público > M/6

(A Farsa do Advogado Pathelin) é uma peça de teatro francesa composta no fim da Idade Média, por volta de 1460 (foi encontrada em 1469). A primeira edição impressa data de 1474. Esta peça, na qual não se tem conhecimento do autor, constitui uma das mais importantes obras do teatro medieval. É considerada a primeira comédia da literatura francesa. Critica e satiriza os costumes das duas mais fortes classes sociais da França do século XV, os comerciantes e os homens de leis. Os personagens são todos canalhas e Pathelin, o protagonista, mente descaradamente. A história fez com que Pathelin se tornasse um adjetivo pejorativo referente a alguém hipócrita.
Comédia de costumes. O dispositivo cénico, a encenação e interpretação remetem para as lendárias trupes errantes de comediantes. Em síntese o enredo gira em torno de Pathelin, um advogado desonesto, que defrauda, pela lábia e conluio com a sua mulher, um comerciante de tecidos. Este último, não menos vigarista, acusa em tribunal um pastor, procurando atenuar o prejuízo. Tudo se complica quando o advogado do pastor é o próprio Pathelin.
A autoria da obra é atribuída a Pierre Blanchet ou a Antoine de La Sale.

Ficha Técnica
Interpretação: Mónica Sousa, Rui Ribeiro, Rafael Costa, José Dias, Jorge Ribeiro

Domingo, 26 de março
"Vivências"
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 16h00
Rusga de Joane  | Duração: 60 min. 

O Grupo Etnográfico Rusga de Joane, apresenta o espetáculo “Vivências”. Trata-se de uma revisitação às memórias e vivências das gentes de outrora. Desde as tarefas agrícolas, o serão, as cantigas de embalar, rituais da morte, a religiosidade e por fim a festa, a romaria.

Segunda-feira, 27 de março (Dia Mundial do Teatro)
Inauguração da exposição "Desta travessia de fazedora de personagens de pano" de Vânia Kosta
Local: Casa da Junta de Freguesia de Seide | 11h00

Uma exposição em forma de celebração e viagem por uma travessia de fazedora de personagens de pano iniciada com o desejo de materializar sonhos, histórias e memórias, através dos fios e tecidos. Bonecos que continuaram a ser simplesmente bonecos e bonecos que sonharam ser “gente de verdade”, porque queriam ser levados mais a sério com uma existência diferenciadora. Porque o preconceito existiu mesmo entre bonecos e esculturas e se para a autora esta discriminação causou alguma estranheza nos sentimentos, o tempo ajudou a sarar feridas, a ter uma visão global numa linha cronológica consolidada pelo tempo. A maturidade ajudou também a reconciliar sentimentos e assegurar que ambos coabitam sem anular nem desprestigiar o outro. E se em alguns bonecos, a ambição de se tornarem “gente”, transformou-os realmente em estatuto de esculturas, outros continuaram a ser felizes em forma de simples bonecos. Nestes anos, foi esta a travessia que permitiu vislumbrar todas estas possibilidades e tantas outras num caminho onde o tempo e a maturidade, as memórias e o deslumbramento, a realização pessoal e criativa, continuam a ser manufaturados com a mesma paixão e verdade, onde os retalhos e os fios, cosidos à mão ou na companhia da Oliva, a sua máquina de costura, ajudam a materializar este universo de fazedora de histórias, porque cada personagem guarda em si uma história.
Duração | Patente ao público até 30 de Abril

"Inventar-se de Gente" - Roteiro românico de contos, lendas e poemas para crianças e famílias
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 15h00
A Companhia "O Som do Algodão" | Duração: 45 minutos | Público-alvo: Crianças do 1.º ciclo

Este é um itinerário sonoro e performativo que une os contos de Agustina Bessa-Luís, a poesia de Daniel Faria e o imaginário das obras de Nuno Higino à tradição oral desta região da Rota do Românico. Música para fazer crescer as árvores e histórias para nunca dar ponto sem nó;

Ficha Artística e Técnica: Dulce Moreira e Mariana Santos

Oficina de Teatro "Técnicas de Improvisação e Pantomima" de Prof.ª Ana Azevedo
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30

Consiste na exploração das principais ferramentas da pantomima através da improvisação e no desenvolvimento de um processo criativo coletivo para o aperfeiçoamento destas técnicas e construção de uma apresentação final.
Duração da atividade | 27 de março (21h30) a 25 Abril, (sábados a partir das 16h00)

Sábado, 01 de abril
Oficina de Teatro "Técnicas de Improvisação e Pantomima" de Prof.ª Ana Azevedo
Local: Casa da Junta de Freguesia de Seide | 16h00

"O Conto da Ilha Desconhecida", de José Saramago
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
AFTA, Associação de Fomento do Teatro Amador - Grupo Off (Viseu) | Duração: +60 minutos | Público-alvo: M/6

Este espetáculo foi criado a partir do conto de Saramago, e gira em torno de um homem que vai até o rei para pedir que lhe dê um barco. Ao chegar ao castelo, percebe que existem duas portas: uma delas é a porta dos obséquios, em que o monarca passa a maior parte do tempo a receber presentes dos seus súbditos. A outra é a porta das petições, onde o rei praticamente nem aparece e existe um processo muito burocrático para que se possa pedir algo ali. Mas, naquele dia, o homem estava determinado e exigiu que o rei o recebesse para que ele fizesse o seu pedido. Ao ser questionado sobre seus motivos para desejar ter um barco, ele responde que deseja encontrar a ilha desconhecida. No entanto, o homem sabia que, de acordo com os geógrafos, não havia mais ilhas desconhecidas, pois todas elas já teriam sido encontradas por alguém. Mesmo assim, ele acredita que possa descobrir uma nova. Tudo parece estar contra aquele homem sonhador: o rei não parecia disposto a lhe dar um barco, os marinheiros não aceitariam participar dessa empreitada, o mar andava agitado e os geógrafos do rei tentavam, de qualquer maneira, convencê-lo de que a aventura seria em vão, pois ele não conseguiria encontrar uma ilha que ainda não tivesse sido descoberta. A história mostra-nos essa busca do protagonista pela ilha desconhecida sobre a qual ele não sabia absolutamente nada (afinal, se soubesse algo, a ilha já seria conhecida!). No final, ele consegue encontrar a ilha, no lugar onde menos esperava. A adaptação do texto de Saramago para teatro foi conceptual, partindo da ideia de transformar o conto num diálogo a sete vozes que ganha força pela fisicalidade. Assim, pretende-se recriar um imaginário visual onde os movimentos ganham grande sentido e onde os adereços cénicos são metáforas das intenções.  

Ficha Artística
Interpretação: Ana Raquel Romão; André Ferreira; Daniela Sofia; Francisco Poppe; Margarida Quintal; Patrick Figueiredo; Rafael Lopes MÚSICA/ Sara Costeira 
Criação: Florbela de Sá Cunha 

Ficha Técnica
Produção: Afta 
Apoio à produção: Samuel Almeida / Carlos Cruchinho / Florbela Cunha

Sábado, 15 de abril
Oficina de Teatro "Técnicas de Improvisação e Pantomima" de Prof.ª Ana Azevedo
Local: Centro Social e Paroquial de Seide S. Miguel | 16h00

"A comédia da urna", de Manuel Ramos Costa
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Organização: CONTACTO. Companhia de Teatro Água Corrente (Ovar) | Género: Comédia | Duração: 85 minutos | Público-alvo: M/6

Chico Mocas e Gigi Leitona, candidatos políticos, no dia das eleições foram às urnas, mas como só havia uma, instalou-se a confusão. Em consequência disto, acabam por surpreender tudo e todos com a divulgação de alguns segredos bem escondidos… 
Esta comédia, aparentemente absurda, não tem outra finalidade senão despoletar o riso e a boa disposição, sem quaisquer moralismos e/ou outros ismos, pois até os nomes escolhidos para as personagens visaram o flanco engraçado da teia de trocadilhos que envolve a trama. 
E sendo assim, podem começar já a rir! Riam, que rir ainda não paga imposto e dá saúde ao motor!

Ficha Artística
Interpretação: Ângelo Barbas (Chico Mocas) / António Ferreira (Gigi Leitona) / Diogo Pinto (Bia Boabriga) / Dorinda Resende (Dalila Dorida) / Luís Ribeiro (Gato Preto) / Margarida Martins (Ivete Dorida)  

Ficha Técnica
Direção de Cena: António Alberto Lopes; Cenografia: Manuel Costa e Miguel Duarte; Video e Montagem: Artur Leite; Desenho e operação de Luz: João Barge; Desenho de Som: Fernando Rodrigues; Operação de Som: David Aguiar; Caraterização: Alice Grade; Camareira: Amélia França;

Sábado, 22 de abril
Oficina de Teatro "Técnicas de Improvisação e Pantomima" de Prof.ª Ana Azevedo
Local: Centro Social e Paroquial de Seide S. Miguel | 16h00

"Isto é o Carago"
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Organização: NCB - Nova Comédia Bracarense | Género: Comédia | Duração: 75 minutos | Público-alvo: M/6

“ISTO É O CARAGO!” é uma farsa que visa parodiar de forma jocosa e satírica as relações humanas e sociais do poder político e religioso de uma pequena comunidade. Depois das cerimónias fúnebres, em honra do Presidente de Junta da Freguesia, um grupo de populares reúne-se no salão para prestar uma homenagem singela ao homem que tanto fez pela sua terra. Contudo, a leitura de um testamento vem revelar-se no mínimo insólita e surpreendente, desencadeando uma autêntica rebelião. No meio deste pandemónio, emerge uma figura maléfica. Segundo o autor, ISTO É O CARAGO! É um exercício teatral que procura, acima de tudo, divertir o público à boa maneira do teatro de Gil Vicente, expondo alguns vícios e maus costumes que ainda hoje perduram na sociedade atual.

Ficha Artística
Personagem/Intérprete: Maria dos Anjos/Helena Machado; Lucinda Carvalho/Sofia Tenreiro; António Marcolino/Miguel Araújo; José Isaltino/Diamantino Esperança; Padre Isaías/Carlos Barbosa; Genoveva/Manuela Ribeiro; Procurador/Agostinho Couto;

Ficha Técnica
Texto e Encenação: José Manuel Barros
Figurinos: Nova Comédia Bracarense
Luminotécnica: Francisca Barbosa
Sonoplastia: José Manuel Barros
Caraterização: Coletiva NCB
Direção Artística: Carlos Barbosa


Terça-feira, 25 de abril (Feriado Nacional)
Espetáculo Performativo Oficinal
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 16h00
Ana Azevedo e Participantes na Oficina de Teatro "Técnicas de Improvisação e Pantomima"

Sábado, 29 de abril
"Lobisomem", de Camilo Castelo Branco
Local: Auditório do Centro de Estudos Camilianos | 21h30
Organização: GRUTACA, Grupo de Teatro Amador Camiliano | Duração: 75 minutos | Público-alvo: M/6
 
Uma aldeia localizada nas serras de entre Douro e Minho vive assombrada com as aparições de um lobisomem que ronda as imediações da povoação. Entre o medo e o mistério, resta ao povo tentar descobrir a quem dos vizinhos recaiu tamanha maldição.

Ficha Artística 
Personagem/Intérprete: Mariana da Eira/Maria Barbosa; Miquelina do Prado/Bárbara Araújo; Tomásia/Cláudia Campos; Henriqueta e criada/Beatriz Osório; João da Eira/Serafim Costa; Manuel do Portelo/José Alves; Carlos de Ataíde e 1°encamisado/Eduardo Almeida; Padre Custódio dos Anjos e 2° encamisado/Fernando Lima; Manuel da Pitosga e 3.º encamisado/Vítor Ribeiro; Vigário e 4° encamisado/António Sousa; António da Rita e Patrulha/Francisco Cereja; Estúrdia/Grupo convidado

Ficha Técnica
Luz e Sonoplastia: António Alves
Caracterização: Grutaca
Guarda roupa: Grutaca



• Organização
Município de Vila Nova de Famalicão/Divisão de Cultura  

•  Apoio à Organização
Grutaca – Grupo de Teatro Amador Camiliano

•  Apoios
Junta da União de Freguesias de Seide 
Centro Social e Paroquial de Seide S. Miguel  
Barbearia Marcelo (EN 204 – Avidos)
Café Camiliano (Seide S. Miguel)
Café Popular, (Seide S. Miguel)
Café Snack-Bar Novo Milénio (Seide S. Paio)
Cervejaria Avenida, (Santa Marinha – Landim)
Pastelaria Amor de Perdição (Seide S. Miguel)
Restaurante O Toneco (Bente)
Restaurante S. Miguel (Seide S. Miguel)
3080 leituras