Agenda Municipal / Teatro Tudo o que ela calava- estreia

Tudo o que ela calava- estreia
21 e 22 Mar
Poética da Palavra | Encontros de Teatro - Capítulo 8


Sábado 21 – 21h30 
Domingo 22 – 18h00

Casa das Artes | Grande auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Pentágono Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 4 euros | Classificação: M/12 | Duração: 60 min

“Tudo o que ela calava” nasce do desejo de levar à cena a poesia da escritora luso-belga Bénédicte Houart (Braine-Le-Comte, Bélgica, 1968). A sua trajetória literária tem como temática principal as questões ligadas ao feminino; uma escrita comprometida com o domínio da intimidade, desafiando estereótipos de género e revelando os impasses e contradições da experiência de ser mulher.
A equipa, predominantemente constituída por mulheres, oriundas de diferentes geografias, cruza o teatro, a dança, a música e o vídeo, numa criação que se pretende gesto político e poético, onde o silêncio se converte em presença e o palco se transforma num território de escuta, conflito e resistência.

Direção Artística: Ângela Marques e Fernando Moreira
Textos: Bénédicte Houart
Dramaturgia e Encenação: Ângela Marques
Assistência de Encenação e Coreografias: Andrea Gabilondo
Interpretação: Inês García e Sara Neves
Espaço Cénico e Desenho de Luz: Patricia Gutiérrez Arriaga (MEX)
Figurinos: Raquel Crespo (ESP)
Vídeo: Cata Corredor (ARG)
Música: Alice Boavista
Operação Técnica: Nuno Almeida
Sonoplastia: Alberto Lopes
Registo Fotográfico: Paulo Pimenta
Registo Videográfico: José Guilherme Marques
Design Gráfico: Atelier d’Alves
Assistente da Direção Artística: Jaqueline Figueiredo
Produção: Astro Fingido
Financiamento: República Portuguesa Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão
Apoio: Ibercena e Município de Paredes

Oficina de leitura de poesia em voz alta, com poemas de Bénédicte Houart

Quarta 4 - 19h00 | Pequeno Auditório 
Público-alvo: jovens mulheres (14-20 anos) | Número máximo de inscrições: 15

A oficina propõe a leitura e interpretação em voz alta da poesia de Bénédicte Houart, explorando o universo feminino e a sua relação com o masculino e o mundo. Com apoio de exercícios de técnica vocal, as leituras serão registadas em áudio e vídeo e, mediante autorização, partilhadas no foyer do teatro como convite à criação Tudo o que Ela Calava.


25 leituras