Agenda Municipal / Teatro O Céu sou eu, tu e uma estrela
Casa das Artes | Grande auditório - 15h00
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Pentágono Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euros | Classificação: M/6 | Duração: 70 min | Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)
Uma peça encantatória e hipnótica que nos transporta para um mundo poético recheado de histórias, de palavras, de perguntas e de notas musicais. Um local onde a imagem visual nos leva a passear através de paisagens de sonho.
O Céu Sou Eu, Tu e Uma Estrela é um espetáculo pensado para todos. Uma atriz e um músico levam-nos numa viagem através do imaginário dos sonhos, do surreal e das perguntas sem resposta. Um percurso onírico com questões que nos fizeram pensar enquanto crianças. A música é uma constante enquanto elemento aglutinador e hipnótico. É como se o som do saxofone nos conduzisse a um transe que nos transporta para dentro de uma nuvem de sonhos, que se molda individualmente a cada um de nós. Quem é a personagem principal desta não história? De onde vêm todas as perguntas? Onde estamos? Que lugar é este?
Ficha Artística
Encenação: Jaime C. Soares
Interpretação: Eduarda Alves
Músico: Tiago Godinho
Cenografia e Adereços: Jaime C. Soares e Francisca Soulsman
Figurinos: João Gillette e Goretti Rodrigues
Construção de Objectos de Cena: Goretti Rodrigues
Desenho de Luz: F. Preto
Música Original: David Pinheiro
Fotografia: Daniel Mendonça
Design Gráfico: Paulinho Ribeiro
Produção: Maria Manuel
Uma Criação: NAPALM (Companhia de Teatro Dança em Conjunto ou Alternadamente)
Leitura encenada - “Do Banal ao Extraordinário - a imaginação como limite...”
Sábado 07 | Casa das Artes | Pequeno auditório - 10h30
Entrada gratuita, mediante inscrição prévia | Público-alvo: crianças dos 6 aos 12 anos de idade | Nº máximo de participantes: 20 | Duração:1h30
Leitura encenada, que nos transporta para uma história sobre a aceitação da diferença e do próximo, seguido de um trabalho prático sobre “arte da imitação” e “transformação” a partir de alguns objetos banais do quotidiano.

