PELES – International Drum Fest 2026 | XI Edição

O PELES – International Drum Fest é um festival internacional dedicado à criação e experimentação artística no campo da percussão contemporânea que, em 2026, celebra a sua XI edição, assinalando 11 anos de atividade contínua ao serviço da cultura, da comunidade e do território. Promovido pela CAISA – Cooperativa de Artes, Intervenção Social e Animação, o festival tem vindo a afirmar-se como uma plataforma de encontro entre diferentes linguagens artísticas, promovendo o diálogo entre música, performance, movimento e experimentação sonora. Ao longo do seu percurso, o PELES tem contribuído para a valorização e circulação de artistas nacionais e internacionais, com especial atenção a criadores emergentes e a projetos inovadores no domínio da música contemporânea e das artes performativas.
Segunda 18
Joane | Centro Escolar de Joane
Percussão do Mundo - workshop
Formadores : José Afonso Sousa e Fernando Reis
Público Alvo, alunos do 1º ciclo de Ensino Básico
1º workshop - 10h30
2º workshop - 14h00
Quarta 20
A Conversa fiada com Percussão
“ A Percussão como Pulso Coletivo: O Tambor como Ferramenta de Coesão Social”
Joane | Joannem Auditorium - 21h00
Oradores:
- Fernandos Reis - artista, músico e performer, BR
- José Afonso Sousa - artista, músico e performer, PT
- Pedro Gonçalves Oliveira - músico, PT
Moderação: Alberto Fernandes - Diretor Artístico do PELES International Drum Fest
Público Alvo: músicos, agentes, programadores, gestores culturais, dirigentes associativos, alunos de música e amantes da percussão
Sexta 22
PELES Ensemble “Re-Green: A Collective Awakening”
Joane | Auditório do ATC - 21h30
“Re-Green: A Collective Awakening” é uma experiência transdisciplinar que funde a performance musical do PELES Ensemble com uma narrativa visual envolvente. Neste espetáculo, o som e o vídeo convergem para criar um ecossistema artístico que explora a nossa ligação umbilical ao mundo natural.
O concerto centra-se na sonoridade de instrumentos orgânicos que, pela sua própria matéria, atuam como facilitadores sociais e pontes de diálogo. No ecrã, a imagem não é apenas um adorno, mas um espelho da alma do espetáculo: uma homenagem visual e auditiva ao Rio. Através de uma cinematografia que capta o fluxo das águas e a pulsação das margens, o rio é celebrado como o grande criador de comunidades e a fonte primordial que sustenta a vida.
Nesta simbiose entre o estímulo sonoro e a imagem em movimento, o público é convidado a um despertar coletivo. O vídeo amplifica a textura dos instrumentos e a música dá ritmo às paisagens, resultando num manifesto sensorial sobre a necessidade urgente de regeneração. É um convite para mergulhar na corrente, onde a arte se torna o catalisador para uma nova consciência ecológica e social.