CLOSE-UP: Pais e Filhos (conflitos entre gerações) - Dia 8

11.º Episódio do Observatório de Cinema
Bilheteiras sessões - Geral: 2 euros; Cartão pentágono: 1 euro; Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes | Bilheteira JP Simões / Samuel Úria - geral: 6 euros; cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 3 euros | Bilheteira Club Makumba / Teatro Narciso Ferreira - Geral: 6 euros; cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 3 euros | Bilheteira sessão para famílias – Geral: 2 euros; cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 1 euro | Bilheteira workshops famílias (adulto + criança): 5 euros | Café Kiarostami (café-concerto): entrada livre
Sábado 17
Mínimos e Monstros (versão portuguesa) de Pierre Coffin
11h00 | Casa das Artes | Grande auditório
Esta é a história turbulenta, disparatada e totalmente verdadeira de como os Mínimos conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, libertaram monstros pelo mundo e, finalmente, se uniram numa tentativa desesperada de salvar o planeta do caos que eles próprios criaram. Mais de uma década após a sua criação, os Mínimos tornaram-se as personagens de animação mais icónicas da sua geração. Reconhecidos em todo o mundo e adorados por fãs de todas as idades, levaram as sagas Gru – O Maldisposto e Mínimos, da Illumination, a um impressionante reconhecimento global.
Oficina de Stop Motion
15h00 | Casa das Artes | Sala de ensaios
Público-alvo: famílias (crianças e adolescentes acompanhados por familiares) | Duração: 4h00 | Inscrições: bilheteira.casadasartes@famalicao.pt
Nesta Officina (1), animamos Marionetas de Papel a partir de uma técnica pertencente aos primórdios do cinema de animação, podendo assim, em família, com amigos - só não vale sozinho - fazer o vosso primeiro filme de animação com as marionetas que construírem.
As Virgens Suicidas de Sofia Coppola
15h00 | Casa das Artes | Pequeno auditório
Na década de 1970, num subúrbio norte-americano a norte de Detroit, as cinco irmãs Lisbon são forçadas a uma existência isolada após a irmã mais nova cometer suicídio. Reprimidas pelos seus pais, católicos devotos, a trágica história das irmãs é contada por um grupo de rapazes da vizinhança, para quem as irmãs se tornam uma obsessão colectiva que os marcará para sempre. Primeira longa-metragem de Sofia Coppola, o filme conta com as interpretações de James Woods, Kathleen Turner, Kirsten Dunst, Danny Devito e Josh Hartnett. A banda sonora foi assinada pelos Air.
Não Desviar o Olhar de Júlio Alves
17h00 | Casa das Artes | Pequeno auditório
Quatro críticos de cinema, acompanhados pela presença discreta de um realizador, analisam as origens da sua cinefilia. Com Inês N. Lourenço, Luís Miguel Oliveira, Ricardo Vieira Lisboa, Vasco Câmara e Manuel Mozos. Após a sessão, no Café Kiarostami, formar-se-á uma mesa em volta da Anatomia da Crítica.
Mesa Anatomia da Crítica
18h30 | Casa das Artes | Café-concerto
Após a exibição de Não Desviar o Olhar, filme de Júlio Alves que junta quatro críticos de cinema, vamos conversar sobre a crítica, procurando explorar as tensões e as virtudes dos diferentes modos, proveniências e meios da crítica de cinema, nos espaços institucionais e nos lugares do digital. Estarão à mesa os críticos Luís Mendonça, Ricardo Vieira Lisboa e Vasco Câmara.
Noite De Encerramento
História de um Proprietário Rural de Yasujiro Ozu
Cine-concerto por Samuel Úria
21h45 | Casa das Artes | Grande auditório
Uma mulher viúva é forçada a tomar conta de um rapaz órfão que aparece inesperadamente num bairro de Tóquio. Embora inicialmente relutante, com o passar do tempo, a mulher acaba por se afeiçoar ao rapaz. Um conto agridoce sobre o Japão do pós-guerra, onde a regeneração e a reconstrução são as prioridades, História de um Proprietário Rural retrata alguns dos temas mais caros de Ozu – famílias fragmentadas, a melancolia do quotidiano – através do seu célebre humor e da visão terna do mundo que caracteriza a sua obra.
Zé Stark Cinema Ensemble (Jazz)
23h00 | Casa das Artes | Café-concerto
Um projecto onde a música e a sétima arte colidem. Da epicidade de John Williams à nostalgia de Randy Newman, da modernidade de Bernardo Sassetti à intemporalidade de Ennio Morricone, a improvisação, em forma de um típico quarteto de jazz, serve como complemento aos clássicos e icónicos temas dos grandes ecrãs a preto e branco.
Sax alto - João Paulo Silva; Piano - Ricardo Moreira; Contrabaixo - Xavier Nunes; Bateria - Zé Stark