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Cultura e Turismo
Museus debateram em Famalicão os novos desafios do Séc. XXI
    28-11-2019
    “Como podem os Museus tornar-se mais relevantes para a sociedade de forma a que os cidadãos encontrem significado naquilo que o museu faz, na razão porque o faz e naquilo que apresenta ao público”. Este é para a representante da Acesso Cultura, Maria Vlachou, o maior desafio dos museus na atualidade. A responsável foi a moderadora do debate “Ser Museu no Séc. XXI”, que reuniu esta terça-feira, em Vila Nova de Famalicão, mais de cem participantes, com representantes de estruturas museológicas de todo o país.

    A iniciativa inseriu-se no âmbito dos IV Encontros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão que decorreu no Museu Nacional Ferroviário de Lousado e que contou ainda com o lançamento do livro “Definir a missão… da necessidade ao desafio”, apresentado por Joaquim Jorge, Técnico especialista no Gabinete da Secretária de Estado Adjunta e do património Cultural. Para o responsável, este livro representa “o materializar de um trabalho extenso e profundo concretizado pelos museus de Famalicão”.

    Presente na iniciativa o vereador da Cultura e Educação do município, Leonel Rocha, destacou “o trabalho que está a ser desenvolvido pela Rede de Museus de Famalicão, refletindo sobre o caminho que deve ser percorrido por estas estruturas no presente e no futuro”. “Um Museu é uma escola, que ensina, que oferece conhecimento aos seus públicos, que nos enriquece”, referiu o autarca.

    No debate, a investigadora da Universidade de Évora, Ana Carvalho, a responsável da Direção-Geral do Património Cultural, Clara Camacho, a representante do Mapa das Ideias, Inês Câmara e a museóloga Rita Pires dos Santos refletiram sobre a nova definição de museu proposta pelo ICOM (Conselho Internacional dos Museus). A conversa foi moderada por Maria Vlachou da associação Acesso Cultura.

    Os encontros marcaram o sétimo aniversário da Rede de Museus que foi constituída a 26 de novembro de 2012.

    Refira-se que a Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão é constituída por doze unidades museológicas – Casa de Camilo: Museu. Centro de Estudos; Casa-Museu Soledade Malvar; Museu Bernardino Machado; Museu Cívico e Religioso de Mouquim; Museu da Confraria de Nossa Senhora do Carmo de Lemenhe; Museu da Guerra Colonial; Museu da Indústria Têxtil da Bacia do Ave; Museu de Arte Sacra da Capela da Lapa; Museu de Cerâmica Artística da Fundação Castro Alves; Museu do Automóvel; Museu Fundação Cupertino de Miranda – Centro Português do Surrealismo; Museu Nacional Ferroviário – Núcleo de Lousado.

    Desde a sua fundação procura a valorização dos museus que integram a rede, através de uma política de cooperação e articulação entre si, com vista à promoção, valorização e difusão das suas coleções museológicas, bem como de ações de capacitação das equipas que os constituem, como o caso dos Encontros da Rede de Museus de Vila Nova de Famalicão que se iniciaram em 2016.


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